domingo, 25 de junho de 2017

CBG divulga ginastas que conquistaram vaga para Pan de Especialistas de Ginástica Artística
Além dos atletas adultos, os juvenis competiram para compor Seleção transitória que irá aos Jogos Sul-Americanos da Juventude


São Bernardo do Campo (SP) - Os atletas que conquistaram vaga para representar o Brasil no Pan-Americano de Ginástica Artística de Especialistas, em agosto, no Peru, e nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, em outubro, no Chile, foram divulgamos, neste sábado (24). Durante a seletiva em forma de competição realizada durante dois dias no Centro Nacional de Treinamento, em São Bernardo do Campo (SP), os atletas apresentaram séries completas, de acordo com o novo código de pontuação. A soma dos dois dias determinou os classificados.
Para o Pan-Americano, eram seis vagas para a ginástica artística masculina e quatro para a feminina, sendo que o Brasil poderá inscrever dois ginastas em cada aparelho. Após as avaliações, os atletas que atingiram os índices estabelecidos são: Carolyne Pedro (Cegin-PR) e Flávia Saraiva (Flamengo-RJ) no feminino, com o técnico Francisco Porat; e Péricles Silva (Pinheiros-SP), Jared Azarini (São Bernardo-SP), Caio Souza (São Bernardo-SP) e Arthur Zanetti (SERC/São Caetano-SP), no masculino, com o técnico é Ricardo Yokoyama.
Segundo o coordenador das Seleções de Ginástica Artística da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Marcos Goto, vários fatores puderam ser avaliados por conta do formato da seletiva. "Em uma competição aberta, se testa a parte psicológica do atleta. Em um ginásio aberto, com público, com pressão. Ele tem que fazer a série com outros ginastas, não está à portas fechadas. É um diferencial para o ginasta fazer uma avaliação em real competição."
Essa foi a primeira vez que a definição da Seleção que irá a um campeonato foi feita dessa maneira, e o objetivo foi ser o mais justo e transparente possível. "Acho que foi o critério mais claro. Era a média dos dois dias. Era como se o atleta estivesse em um campeonato, então, ele se classifica em um dia e vai para a final no outro dia. É como competir por uma medalha", explicou. "O objetivo era que os atletas conseguissem atingir os critérios e as notas de corte que nós pedimos. No masculino conseguimos preencher quatro das seis vagas que tínhamos e no feminino de quatro vagas, duas atletas atingiram os critérios. Acho que o balanço é muito bom. Serve também para que todos vejam que há mudanças e elas são para que tudo seja o mais claro e objetivo possível. Todo mundo viu quem acertou, quem errou", acrescentou Goto.
Além dos atletas da categoria adulta, os jovens talentos da juvenil também competiram por vagas na equipe que vai aos Jogos Sul-Americanos da Juvenil, seguindo critérios. Os classificados foram: Laura Rocha (São Bernardo-SP), Luiza Silva (SERC/São Caetano-SP), Beatriz Silva (SERC/São Caetano-SP), Júlia Lopes (São Bernardo-SP) e Bianca Tavares (Fluminense-RJ), no feminino; e Diogo Soares (Piracicaba-SP), Lucas Souza (Minas Tênis Clube-MG), Murilo Pontedura (SERC/São Caetano-SP), Patrick Barone (Adeco-SP) e Matheus Silva (Minas Tênis Clube-MG).




"Conseguimos montar a melhor equipe masculina e feminina. O critério era definir quatro para o individual geral e mais um que contribuísse para a equipe. São garotos novos que estão passando do juvenil para o adulto daqui a um ou dois anos. É uma competição importante para eles, pois vale vaga para os Jogos Olímpicos da Juventude em 2018", apontou o coordenador.

Marcos Goto ressalta a forma com que o início deste novo ciclo olímpico vem sendo conduzido para preparar os ginastas para os próximos Jogos Olímpicos e para as competições que estão pelo caminho. "Aqui foram avaliados os critérios técnicos. Depois tem outros, como médicos, por exemplo. Nós fizemos um mapeamento no Rio com 20 atletas do masculino e 20 do feminino, já para ver como cada um está, o que tem que melhorar, se está com alguma lesão. É uma iniciativa feita pela primeira vez no Brasil. Nesse mapeamento haviam vários profissionais envolvidos, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, médicos, biomecânicos, fisiologistas etc. Foi uma bateria de testes muito interessante para que tivéssemos alguns dados que ainda não tínhamos. A intenção é de estender isso após a formação da nova Seleção", encerrou.
Fonte: Photoegrafia

sábado, 10 de junho de 2017

HARDY FINK, PARTICIPANTE ILUSTRE 
NO DEUTCHES TURNFEST

      Pessoal, vocês viram meu último post do Maior Evento de Ginástica do Mundo, o Deutches Turnfest? Pois é, além do evento ser um espetáculo, o que me chamou a atenção e até então eu desconhecia,  é a competição de ginástica masculina para faixa etária de 70 a 74 anos.

Fotos: Hardy Fink, acervo pessoal

      E sabe quem participou competindo nessa categoria? Hardy Fink. Isso mesmo, o diretor dos Programas Educacionais da FIG para grupos de idade (AGE GROUP PROGRAM) e do famoso FIG ACADEMY, programa para capacitação de treinadores de alto rendimento da Federação Internacional de Ginástica para todas as modalidades.
      Este ano Hardy completou 70 anos em maio, e o avô de 5 netos tem um currículo admirável na ginástica. Ele foi ginastatécnico da Seleção Canadense de Ginástica Artística Masculina, Presidente do Comitê Técnico Masculino da FIGárbitro internacional em diversas olimpíadas e campeonatos mundiais, e tem viajado o mundo inteiro defendendo a prática da ginástica sem prejuízos à saúde do atleta e o respeito ao crescimento e maturação dos jovens ginastas que treinam para alcançar o alto nível.


 
     Sabendo de sua participação no  Deutches Turnfest deste ano, é lógico que não hesitei em lhe fazer algumas perguntinhas, as quais foram respondidas com entusiasmo e alegria. Confira:

O que o motivou a participar do Deutches Turnfest como atleta?

- Nos últimos 15 anos tenho dirigido os cursos FIG Academy e Programas para Grupos de Idade, além de participar de inúmeras reuniões, então decidi fazer algo diferente e me inscrevi para participar como atleta do Deutches Turnfest. Na verdade estou me dando este prazer como um presente de aniversário pelos meus 70 anos. Quatro outros parceiros meus de treinamento, da década de 1960, e suas esposas, também se inscreveram. Mas no final, eu fui o único do grupo a competir.



O senhor competiu na categoria de 70 a 74 anos. Como é o regulamento e a competição para essa faixa etária?

- Os participantes podem escolher três entre cinco provas da ginástica masculina (exceto argolas). Ainda tem a opção de participar de uma variedade grande de eventos tais como corrida de 50 metros, salto em distância, arremesso de peso etc... As competições são realizadas ao longo de vários dias, com árbitros diferentes nas diversas provas. Depois existe uma fórmula para determinar o ranking dos três eventos.



 Em que provas o senhor participou?


- Eu escolhi paralelas, salto e barra, porque senti que eu poderia fazer os exercícios obrigatórios sem ter a necessidade de treiná-los (risos), já que não existiria nenhuma possibilidade real para isso. 


O que o senhor sentiu durante a competição? 

- Eu tive uma explosão absoluta de felicidade. Gostei de cada minuto da minha competição e de todos os outros eventos que eu consegui apreciar brevemente. Gostei do sentimento de estar de novo em frente aos árbitros, depois de 33 anos, e o ligeiro nervosismo e a satisfação de completar até mesmo estas séries bem básicas. Nós na FIG costumamos falar de ginástica como uma atividade vitalícia, mas muito poucas pessoas realmente o fazem. Esta foi uma oportunidade para eu "colocar meu discurso em prática" ao invés de apenar falar. E foi gratificante ver outros competidores, duas décadas mais velhos, ainda praticar ginástica competitiva com alegria. É uma oportunidade de ser lembrado de certa forma em todas as atividades da ginástica, e SIM, ela pode ser feita durante todas as fases da vida.

Qual foi o seu resultado?

- O resultado mais importante foi a enorme alegria que senti, mas foi ainda mais especial porque recebi o uniforme da Seleção Nacional Canadense para competir, pois não consegui encontrar o meu de quando competi há quatro décadas atrás. Outro resultado importante foi que eu participei deste evento maravilhoso pela primeira vez em 1973,  sendo que minha primeira competição  foi em 1984, e constatei que ainda consigo realizar esses exercícios obrigatórios bastante simples e cravar todas as aterrissagens. Mas o resultado menos importante, mas satisfatório, no entanto, foi o sexto lugar geral.


      Para os que conhecem Hardy Fink e seu extraordinário senso de humor, não vão se espantar em saber que ele ainda gostaria de reclamar de suas notas com os árbitros (kkkk). De um máximo de 14 pontos ele obteve a excelente marca de 13,6, 13,4 e 13,7. Logo ele, que passou anos avaliando os árbitros da Federação Internacional...

      Quero parabenizar Hardy Fink por sua corajosa atuação, e pela linda mensagem de incentivo à prática da ginástica a partir da terceira idade. Lembro que organizei uma competição de masters no Rio de Janeiro, no final da década de 90, e foi um sucesso, não faltou diversão para ninguém.

Fotos: Hardy Fink, acervo pessoal.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

MAIOR EVENTO DE GINÁSTICA DO MUNDO REÚNE

 PARTICIPANTES ENTRE 4 E 94 ANOS

 O Deutches Turnfest é provavelmente o maior Festival e Competição de Ginástica do mundo, e este ano contou com a participação de 80.000 concorrentes entre 4 e 94 anos. Eles competiram em uma grande variedade de provas relacionadas à ginástica, atletismo e apresentações das modalidades que fazem parte de Federação Alemã (Deutches Turner Bund).

         Abertura do evento no Brandenburg Gate

                               Competição de Ginástica Masculina para maiores de 70 anos

 O evento foi sediado em Berlim, Alemanha, de 3 a 8 de junho, e é realizado a cada quatro anos.

As atividades aconteceram espalhadas por cerca de 40 halls enormes, alguns com 100mt x 50mt e contou ainda com muitos outros espaços menores que acomodaram as competições, seminários, experimentação em equipamentos da ginástica, além de áreas para apresentações nas instalações da Messe de Berlim e em outros lugares da cidade.

                  Os participantes puderam vivenciar as várias atividades de ginástica









O próximo Deutches Turnfest já está agendado para acontecer em Leipzig em 2021. Ai que vontade de ir!! 
Por Andréa João


sábado, 3 de junho de 2017

Brasileiros garantem bons resultados internacionais na Ginástica Aeróbica
Ginastas competiram na etapa da Copa do Mundo e no Open Internacional de Portugal


Da redação, Santo André (SP) - No último fim de semana, as seleções brasileiras transitórias de Ginástica Aeróbica fizeram bonito em duas competições disputadas em Portugal. Na categoria adulta, os atletas conquistaram ótimos resultados em uma das etapas de Copa do Mundo, enquanto as categorias de base mostraram muito talento no Open Internacional. Os dois eventos foram realizados na cidade de Catanhede.

Na Copa do Mundo, Lucas Barbosa (UFMG) foi medalha de prata no Individual Masculino (21,900), após uma competição bastante equilibrada, que contou com concorrentes fortíssimos. O húngaro Daniel Bali conquistou a medalha de ouro (23,000), e o bronze foi para o búlgaro Antonio Papazov (21,850).

Os brasileiros também chegaram à final de duplas mistas, com Lucas Barbosa e Tamires Silva, que ficaram em oitavo (20,800). Na decisão de duplas mistas categoria Age Group 1, Manoella Leite e Lucas Pinho terminaram na quinta posição (17,000).

No Open Internacional, foi a vez dos jovens talentos. O trio formado por Laura Pedro, Luiza Conte e Maria Eduarda Bebiano (CER-RJ) conquistou a medalha de prata na categoria Infantil (16,550). A Rússia garantiu os outros dois lugares do pódio. O trio campeão somou 17,250, e o terceiro colocado 16,450.

Para completar, o Grupo Infantil do Brasil ficou com o quarto lugar (15,900), e Maria Eduarda Bebiano foi a sexta colocada (17,250) no Individual Feminino, categoria que contou com a participação de 50 ginastas.

 Fonte: Photoegrafia

sábado, 27 de maio de 2017


 Laboratório Olímpico do COB, no RJ, recebe 21 atletas de ginástica artística feminina
Comissão técnica da seleção faz avaliações médicas e físicas, com base em dados científicos




Da Redação, Santo André (SP) - A comissão técnica da seleção brasileira de ginástica artística feminina está realizando no Rio de Janeiro (RJ), nesta semana, uma bateria de testes com avaliações médicas e físicas em 21 atletas de clubes do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Paraná. Elas foram escolhidas para serem observadas, neste processo que tem como objetivo identificação de potencial e, também, melhoria de desempenho.

Os treinamentos e avaliações começaram na última terça-feira (23) e terminam neste domingo (28), com o feedback da comissão técnica da seleção para os seis treinadores de clubes que foram escolhidos para acompanhar o trabalho. As ginastas e os técnicos são de Flamengo, São Bernardo, São Caetano, Cegin e EC Pinheiros.

As atividades estão sendo desenvolvidas no Laboratório Olímpico do COB (Comitê Olímpico do Brasil), instalado no Parque Aquático Maria Lenk, no Parque Olímpico da Barra, onde foram disputados os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado. Com equipamentos de última geração, o local ocupa uma área de 1.700 m².



O COB e a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) atuam na coordenação e na execução dos testes, com sua área esportiva e médica. O Laboratório Olímpico tem como base três grandes áreas de conhecimento: científico (bioquímica, fisiologia, biomecânica e preparação mental); saúde e performance (medicina, fisioterapia, condicionamento e força, odontologia e nutrição); e suporte e desenvolvimento (gestão do autoconhecimento, análise de desempenho, modulagem computacional e equipamento e tecnologia).

Marcos Goto, coordenador técnico das seleções brasileiras de ginástica artística feminina e masculina, está no Rio acompanhando os testes e explicou os objetivos e a importância do trabalho desenvolvido em conjunto, entre a CBG e o COB.

"É um conceito inovador, que viabiliza a avaliação, a orientação e o controle do treinamento de atletas olímpicos. O foco do trabalho é fornecer dados científicos para que os treinadores dos clubes possam tomar as melhores decisões na elaboração dos programas de treinos, com base a análise de desempenho, diminuindo o risco de lesão e aumentando a qualidade efetiva dos treinamentos", explicou.






O protocolo de avaliações será dividido em 11 áreas: bioquímica, médica, clínica, termografia (avaliação postural), ginecologia, ortopédica, fisioterapia, biomecânica, psicologia, nutricional e fisiologia. Marcos Goto e sua comissão técnica vão analisar os resultados das 21 atletas e orientar os treinadores do clubes em ações específicas, promovendo a melhoria no desempenho de todas, de forma homogênea e integrada.




Fonte: Photoegrafia











domingo, 21 de maio de 2017

Brasil conquista cinco medalhas na Copa do Mundo da Croácia de Ginástica Artística
Arthur Zanetti, Thaís Fidelis e Flávia Saraiva subiram ao pódio neste domingo (21)

Da redação, Santo André (SP) - O início do novo ciclo olímpico tem sido bastante construtivo para as Seleções de Ginástica Artística Masculina e Feminina. Neste domingo (21) a equipe conquistou cinco medalhas na etapa de Copa do Mundo da Croácia, realizada em Osijek. Thaís Fidelis e Flávia Saraiva fizeram dobradinha no pódio em dois aparelhos: trave e solo. Já Arthur Zanetti dominou mais uma vez a competição nas argolas e garantiu o ouro.

É importante lembrar que os atletas estão passando por adaptações nas séries que estão se adaptando ao novo código de pontuação da Federação Internacional. O começo do trabalho tem dado bastante certo, pois além dos resultados de hoje, no fim de semana anterior, os brasileiros levaram quatro medalhas na etapa da Eslovênia.

Thaís (Cegin) e Flávia (Flamengo) se saíram muito bem nas finais da trave, melhorando o desempenho com relação à classificatória, na qual Flávia havia terminado em quarto e Thaís em oitavo. Na etapa decisiva, Thaís fez uma bela prova e somou 13,467. Flávia se apresentou um pouco depois e, com 12,933 garantiu o bronze. Entre as duas brasileiras ficou a russa Anastasiia Iliankova, com 13,333. 



As duas atletas voltaram a brilhar no solo. Últimas a se apresentarem, as brasileiras encantaram o público. Flávia entrou no tablado primeiro e somou 13,633, o que lhe garantiu a segunda colocado. Thaís veio logo depois para conquistar o primeiro lugar mais uma vez, com 13,733. A terceira colocada foi Liliia Akhaimova, da Rússia, com 13,500. 

Nas argolas, o campeão olímpico e mundial Arthur Zanetti (SERC/São Caetano) voltou a repetir a nota da qualificatória: 14,900 no encerramento da prova de hoje, ultrapassando todos os competidores. O Brasil também foi representado nas finais do aparelho por Francisco Barretto (EC Pinheiros), que terminou em sétimo, com 12,800. A segunda colocação foi para a Rússia, com Nikita Simonov (14,400) e a terceira para Israel, com Eyal Glazer (14,233). 


Na barra fixa, Francisco Barreto foi o sétimo colocado, com 13,533. O campeão foi o croata Tin Srbic (14,367), seguido pelo holandês Bart Deurloo (14,333), e pelo russo Sergei Eltcov (14,100).
Fonte: Photegrafia 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Brasil vai disputar 11 medalhas na Copa do Mundo de Ginástica Artística da Croácia
Finais serão neste fim de semana, sábado (20) e domingo (21), com transmissão do SporTV
Da Redação, Santo André (SP) - O Brasil encerrou a fase classificatória da etapa croata da Copa do Mundo de Ginástica Artística, nesta sexta-feira (19), classificado para oito finais e, como tem mais de um finalista em alguns aparelhos, pode conquistar até 11 medalhas. A disputa pelo pódio em Osijek será no fim de semana: sábado (20), com transmissão ao vivo no SporTV 3, das 12h às 15h; e domingo (21) no SporTV 2, às 17h45.

No masculino, o campeão mundial e olímpico Arthur Zanetti (SERC/São Caetano) teve a melhor nota na classificatória das argolas, com 14.900. No último fim de semana, o ginasta conquistou ouro na etapa da Eslovênia. Francisco Barreto Junior (EC Pinheiros) será o outro representante brasileiro nesta final - ficou em sétimo, com 13.100.

A barra fixa também terá Chico competindo por medalha. O atleta, quinto colocado no aparelho nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, terminou na sétima colocação na fase de classificação, com 13.700. Lucas Bitencourt também se apresentou na barra fixa e foi o 13º (13.400).

Mais duas finais para o Brasil com a seleção feminina. Flávia Saraiva (Flamengo) e Thais Fidelis (Cegin) vão disputar medalha na trave e no solo. Na trave, Flávia foi a quarta melhor (12.950) e Thais a oitava (12.450). No solo, elas fizeram dobradinha na ponta, terminando na primeira e na segunda colocação, respectivamente, com 13.500 e 13.450.

Na quinta-feira (18), no primeiro dia de provas classificatórias, Arthur Zanetti garantiu vaga na final do solo, Lucas Bitencourt no cavalo com alças, Francisco Barreto nas barras paralelas e Flávia Saraiva nas paralelas assimétricas. No último fim de semana, na Copa do Mundo da Eslovênia, em Koper, o Brasil conquistou quatro medalhas.

Programação
* horário de Brasília

Sábado (20) - finais
12h15 - Solo (GAM)
12h50 - Salto (GAF)
13h25 - Cavalo com alças (GAM)
14h - Assimétricas (GAF)
14h35 - Paralelas (GAM)

Domingo (21) - finais
12h - Salto (GAM)
12h35 - Barra fixa (GAM)
13h10 - Trave (GAF)
13h47 - Argolas (GAM)
14h23 - Solo (GAF)

Fonte: Photoegrafia