segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

CURIOSIDADES DO IRÃ (parte 2) 

Como disse no post anterior meu vôo de volta saiu à noite, então deu pra dar uma escapada e visitar Darband, cuja tradução é "Porta da Montanha". É uma subida de uns 200 mt por uma montanha, que pode ser a pé ou de teleférico, e no caminho se encontram vários restaurantes, e locais super exóticos onde os Iranianos passam o tempo livre.

A vista é muito bonita, onde a montanha se impõe no meio de árvores e lindas flores coloridas.

Durband é frequentada pela maioria de jovens, crianças mas o que me chamou a atenção é que quase não se via turistas por lá. Por isso funciona como uma espécie de esconderijo para os que querem paz, boa comida, ouvir os passarinhos e se deslumbrar com o visual.

Espero que curtam. Eu amei.



































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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

GINÁSTICA ARTÍSTICA FEMININA DO BRASIL BRILHA  NA COPA DO MUNDO EM COTTBUS - ALEMANHA



A ginástica artística feminina do Brasil encerrou com aproveitamento total neste domingo (25) sua participação no segundo dia de finais da “Turnier Der Meister” FIG Individual Apparatus World Cup, que acontece em Cottbus, na Alemanha. Foram quatro medalhas conquistadas pelas brasileiras nas finais dos dois aparelhos disputados.
Mais uma vez, Rebeca Andrade voltou a brilhar e conquistou mais uma medalha de ouro, vencendo a prova da trave, com a nota 13,766. Ela fez dobradinha com outra brasileira, Flavia Saraiva, que ficou com a prata, ao alcançar a nota 13,266. O bronze foi conquistado por Diana Varinska, da Ucrânia (13,200).
Na prova do solo, mais duas medalhas brasileiras. Desta vez, Flavia Saraiva ficou com a primeira colocação, obtendo a nota 14,100, seguida de sua companheira de Seleção, Jade Barbosa, que levou a prata com 13,550. O bronze ficou com a polonesa Marta Pihan-Kulesza (13,433). O Brasil conquistou nesta Copa do Mundo seis medalhas, mais do que qualquer outro país que participou do evento.
A Copa do Mundo de aparelhos é uma novidade no calendário da FIG (Federação Internacional de Ginástica), com uma série de oito campeonatos a serem realizados até 2020. Os ginastas que somarem mais de três participações no torneio poderão buscar a classificação para a Olimpíada de Tóquio (JAP).
Confira abaixo as medalhas brasileiras:
• Ouro no salto, com Rebeca Andrade
• Ouro na trave, com Rebeca Andrade
• Ouro no solo, com Flavia Saraiva
• Prata nas paralelas assimétricas, com Rebeca Andrade
• Prata na trave, com Flavia Saraiva
• Prata no solo, com Jade Barbosa
O Brasil também encerrou sua participação na ginástica masculina em Cottbus. Na prova da barra fixa, Arthur Nory ficou em sétimo lugar, com a nota 13,033. O ouro ficou com o holandês Epke Zonderland (14,866).
Veja os convocados para a Copa do Mundo de Cottbus:
Ginástica Artística Feminina 
• Flavia Saraiva
• Jade Barbosa
• Lorrane Oliveira
• Rebeca Andrade
Treinadores: Francisco Porath Neto e Valeri Liukin
Ginástica artística masculina
• Arthur Nory
• Francisco Barreto
• Lucas Bitencourt
• Péricles da Silva
Treinadores: Cristiano Albino e Marcos Goto
Fisioterapeuta: Caio Vieira Buonanotte
Árbitros: Eliseu Burtet Neto e Rossana Travassos Benck
Chefe de delegação: Juliana Lutz Fajardo
Fonte: CBG

domingo, 4 de novembro de 2018

CURIOSIDADES DO IRÃ (parte 1)

Como disse no meu post anterior, não sabia bem o que ia encontrar nesse país tão distante, então durante minha estada em Teerã, fui surpreendida com algumas curiosidades que merecem ser compartilhadas. 

É claro que vamos começar pelo véu, e sim, é obrigatório utilizá-lo assim que descer do avião. Eu ainda tentei deixar meus cabelos à mostra, mas logo veio um segurança e me solicitou que colocasse o véu. 



Estava muito calor, mas as mulheres devem usar roupas que cubram todo o corpo, deixando apenas rosto e mão à mostra, isto é, sem decotes, mangas e calças compridas e largas, para não mostrar a forma do corpo. Juro que tive dificuldades para fazer a mala, uma vez que em meu armário só tem mini saias, vestidos justos e blusas decotadas. Mas... depois agente vai se acostumando. 

Meu hotel ficava próximo ao centro de Teerã.  



Essa é a vista lá do 14º andar, onde ficava o meu quarto. 


O hotel ficava a uns 10 minutos do ginásio, mas levávamos 40 minutos para chegar, devido ao trânsito. E por falar em trânsito, é tudo muito louco. As pessoas não andam em filas e viram para qualquer lado a hora que querem. Impressionante, porque não tem uma lógica, mas os carros não batem. Isso é, as vezes batem sim. Mojde era a senhora que trabalhava para Federação do Irã e também foi nossa motorista. Falando sério, ela é a melhor motorista que já vi na vida. 

Teerã é uma cidade que apesar do trânsito caótico é calma e segura. Tem noitada, mas bebida alcóolica é proibida por lá, então a galera se contenta mesmo com os sucos e refrigerantes. Dançar em público também não é bem visto. Mas para compensar a comida é maravilhosa. E como tem variedade. O prato mais típico de lá é o Kebab, uma espécie de churrasco que pode ser de carne de cordeiro, frango ou peixe. E os temperos super saborosos. 


Como nosso curso de ginástica foi muito intenso, e aconteceu pela manhã e a tarde, nós só tivemos um dia para sair e conhecer um pouco da cidade. 

Mojde nos levou primeiramente à Mesquita Imamzadeh Saleh. Para entrar na mesquita é obrigatório usar o "xador", que é como se fosse um manto que cobre o corpo todo exceto o rosto. A mesquita é realmente muito bonita por dentro e por fora. Ao entrarmos senti que estava em um lugar muito especial, numa atmosfera tranquila para reflexão e oração. 

Mesquita Imamzadeh Saleh


Eu e Lili Ortiz (expert do México) usando o xador.                       Uma pose na entrada da mesquita



                       Essa foto é muito especial e mostra o encanto do interior da mesquita




 Após sairmos da mesquita, logo em frente tem um mercado típico. Lá nos deparameos com um comércio fabuloso, e muita, muita, muita variedade de comidas e especiarias. 






É quase impossível sair de lá sem comprar um pouco do famoso "açafrão", considerado o tempero mais caro do mundo.




Esse amiguinho pousou no meu ombro e tocou um rebu no interior dessa lojinha. Muito divertido.


Para fechar o dia passamos no caminho pelo palácio onde morava o antigo rei da Pérsia, antes da revolução. O lugar é estonteante. 




Como meu vôo de volta saiu à noite deu pra dar uma escapada e visitar Darband, cuja tradução é "Porta da Montanha". É uma subida de uns 200 mt por uma montanha, que pode ser a pé ou de teleférico, e no caminho se encontram vários restaurantes, que mostro no próximo post.
Aguardem!